15 de agosto de 2009, 6:49
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília – As entidades representantes de emissoras de rádio e televisão, televisão por assinatura e mídia impressa decidiram deixar a comissão preparatória da Conferência Nacional de Comunicação, que está programada para ser realizada em dezembro deste ano. Por enquanto, só permanecem a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) e a Associação Brasileira de Radiodifusão (Abra).
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10 de agosto de 2009, 12:45
Quinta-feira, 06 de Agosto de 2009, 20h58
TeleNews – As tensões em torno da possível saída das empresas da comissão organizadora da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) não se resumem apenas às reuniões para negociação com o governo, como a que ocorreu nessa quarta-feira, 5. Dentro das associações, nem todos concordam com o posicionamento que vem sendo adotado por seus representantes. É o caso da Abert, que não estaria totalmente unida na decisão de abandonar a conferência.
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10 de agosto de 2009, 9:15
Recebido por e-mail,
importante pra democratização das comunicações é defender e perservar o lado mais democrático delas até então, a internet.
a Telebrasil, associação das teles, Continue lendo →
6 de agosto de 2009, 9:48
Veja o post dele. Que honra! A imprensa golpista falando sobre a Confecom… estou às lágrimas…
Já que ele pucha o assunto com nossos hermanos, vou aproveitar para colocar aqui esta notícia recebida por e-mail:
Bolívia obriga imprensa a reservar espaço para trabalhadores Continue lendo →
4 de agosto de 2009, 9:42
Atrasar é uma forma de fazer com que a Confecom não ocorra. Ano que vem é ano de eleição, e nada mais vai ter espaço para acontecer no nosso cenário político.
Três estados – Paraná, Alagoas e Piauí – já convocaram suas etapas estaduais da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e outros seis estão com decretos prontos para serem publicados pelo Executivo estadual. Todos aguardam, entretanto, a publicação do regimento interno da Confecom pela Comissão Organizadora Nacional (CON), cuja redação vem sendo protelada por pressão do empresariado. Sem o regimento, as etapas estaduais não podem ser realizadas sob o risco de que sua forma organização entre em conflito com as regras previstas no regimento, invalidando tanto as propostas aprovadas por elas como a eleição dos delegados.
ver toda a matéria no Observatório do Direito à Comunicação
post relacionado: A Conferência Invisível
4 de agosto de 2009, 8:16
“O processo de convocação e organização da Conferência Nacional está se dando num ritmo muito lento, o que poderá comprometer a realização das etapas preparatórias. Temos menos de três meses para que elas se realizem e nem mesmo as estaduais foram ainda convocadas.”
3 de agosto de 2009, 16:52
Recebi esta pela maillist:
Não é no mínimo estranho que esta pesquisa tenha sido realizada agora?!
População brasileira está satisfeita com qualidade da TV, aponta estudo
Redação Portal IMPRENSA
A população brasileira está satisfeita com o conteúdo veiculado pelas emissoras de televisão do país. Pelo menos é o que aponta um levantamento realizado pela empresa de pesquisas Gfk. De acordo com o estudo, em uma escala de zero a dez, 640 das mil pessoas entrevistadas deram nota sete aos programas transmitidos pelas TVs.
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27 de julho de 2009, 11:25
Heitor Reis (*)
Enquanto almoçava, hoje, domingo (26/07), 14 h, procurei algo digno de minha ilustre atenção, na TV, e encontrei o programa “Via Justiça”, realizado numa parceria da Assembléia Legislativa de MG e Amagis – Associação Mineira de Magistrados, que ainda será reprisado nesta segunda (27), às 8h30.

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19 de julho de 2009, 16:37
A CO é a Comissão de Organização, que irá decidir quais são as regras da Confecom em dezembro. Fazem parte da CO a “sociedade civil” (50% empresariado do setor de comunicações, 50% o restante da sociedade civil) e representantes do governo (onde há, suponho, progressistas, assim como Hélios Costas)
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10 de junho de 2009, 22:52
Não, eu não estou ironizando o título do nosso blog, mas sim o lamentável seminário homônimo realizado na PUC de São Paulo nos fins de Maio que, ironia das ironias, contava com a presença do pessoal das Organizações Globo. Numa semana tão chocante para o Movimento Estudantil, temos mais um ponto para refletir. Vai aqui um texto do meu grande amigo Aldo Sauda que esteve lá:
Liberdade de expressão?
De todos os trabalhos de George Orwell, “Política e a Língua Inglesa”, escrito em 1946, é certamente uma de suas obras mais interessantes. Nela, Orwell discutia a forma com que palavras como ‘democracia’ ou ‘socialismo’ eram gravemente distorcidas por seus usuários, ao ponto de perderem qualquer nexo com a realidade. “Palavras deste tipo são conscientemente usadas com o intuito de se enganar”, nos lembra Orwell “as pessoas que as usam tem sua definição particular, mais induzem sua platéia a acreditar que queiram dizer algo bastante diferente”. Certamente o termo “liberdade de expressão” se encaixaria em sua crítica, mais talvez até o próprio Orwell se espantaria com os seminário ocorrido no Tucarena, dia 25 de maio. O evento, com o curioso nome “mídia e liberdade de expressão”, era organizado pelo maior conglomerado de mídia do país e principal força na luta contra a democratização dos meios de comunicação, a Rede Globo.
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