Armazenados em Setores de Comunicação

27 de julho de 2009, 11:25

Assessor de Azeredo diz: Lula censurou o parlamento, ao condenar o projeto de lei sobre crimes digitais

Heitor Reis (*)

Enquanto almoçava, hoje, domingo (26/07), 14 h, procurei algo digno de minha ilustre atenção, na TV, e encontrei o programa “Via Justiça”, realizado numa parceria da Assembléia Legislativa de MG e Amagis – Associação Mineira de Magistrados, que ainda será reprisado nesta segunda (27), às 8h30.

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29 de junho de 2009, 21:05

FISL aplaude Lula: projeto Azeredo é censura

Fonte: Fórum Internacional de Software Livre

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse dia 26 em Porto Alegre, no 10 Fórum Internacional Software Livre – fisl10 – que no governo dele é proibido proibir. A frase de Lula foi uma referência ao projeto de lei do senador Eduardo Azeredo, que propõe vigilância na internet.
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14 de junho de 2009, 17:58

A defesa da tese na Rádio

Um dia quem sabe poderemos ter isso em nossas rádios, a defesa de teses, a apresentação ao vivo de palestras, como ocorre em radios canadenses e francesas. A cultura ao alcance de todos por termos mídias de interesse social.

CONVITE

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado em Educação, Cultura e Comunicação convida a comunidade acadêmica da UERJ e o público em geral para assistirem à Defesa Pública de Dissertação da mestranda HELEN PEREIRA FERREIRA.

Título do trabalho: SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA: METAMORFOSE E SINGULARIDADE.

Data: 17 de junho de 2009 às 17:00 horas no estúdio da Rádio Comunitária Kaxinawá (UERJ/FEBF). Ao vivo na rádio Kaxinawá

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7 de junho de 2009, 17:45

A organização da informação e a tentativa de calar

leia no Nas Retinas
30/05/2009

O amigo @arlesophia levantou uma questão central em seu último post no Arlesophia: os setores conservadores da sociedade brasileira, acostumados ao controle da informação, pretendem com o AI5 Digital do senador Azeredo impor controle as vertentes de informação aberta da rede, que constantemente tem furado o bloqueio da formação de opinião da mídia conservadora.

Até a rede se afirmar como veículo alternativo e realmente aberto, com a premissa básica do confronto de idéias, as TVs, rádios e os jornais, muitos deles dominados por políticos da direita brasileira, principalmente no Norte e Nordeste, estavam (e continuam) com o pretenso discurso da democracia da comunicação via grande imprensa para, com seus metódos de comunicação manipuladora, achatar os movimentos socias, colocando-os quase sempre em posição de embate com a população brasileira, que, se estiver diante dos argumentos de todos, sem filtro, poderá ponderar muito bem se o que diz a Folha ou a Globo é realmente verdade.
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3 de junho de 2009, 20:43

Uau! Vamulá Galera! A Globo que se cuide!

Peguei isto pelo site do Confecom SC. Eu não imaginava que montar um canal de TV não é difícil.
Veja:
Tevelição -- Faça sua TV em 5 minuntos!

1 de junho de 2009, 18:39

Wladymir Ungaretti segue sob censura

por Marco Aurélio Weissheimer, no blog RS Urgente.

Wladimir Ungaretti, professor de Jornalismo da Fabico/UFRGS, segue sob censura, resultante da ação judicial movida pelo repórter fotográfico Ronaldo Bernardi, do jornal Zero Hora. Ungaretti escreve hoje no blog Ponto de Vista:

“… deslocar-nos quando ele não nos espera.” Sun Tzu

“Realizamos esta postagem de hoje, antecipando em um dia a data anunciada por nós para a retomada das atividades, após uma semana de silêncio. A partir de amanhã manteremos nossa atitude de protesto. Mais uma semana de silêncio. Estamos sujeitos a uma multa de 150 reais diários em decorrência de qualquer comentário ou análise de materiais publicados por Zerolândia. Diante desta ação de força só nos resta esta atitude. A medida, do pontodevista concreto, seleciona o que podemos ou não analisar. Estamos autorizados (!!!??????) a comentar, apenas, as perfumarias. Ou a não comentar tais perfumarias. A medida nos impede do exercício da crítica. Trata-se de um ato de censura. E diante deste estamos imobilizados.

ler o texto no RS Urgente ou

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1 de junho de 2009, 15:38

Se você estiver em Porto Alegre…

Atualização (3/jun): Notas soltas sobre o Mega Não – como foi o ato

 

clique na Imagem e leia direto no Biscoito Fino e a Massa

clique na Imagem e leia direto no Biscoito Fino e a Massa

30 de maio de 2009, 9:00

Sob Risco de Extinção

por Lauro Mesquita, dO blog do Guaciara

A crise na imprensa continua a mil por hora. Parece que depois de alguns anos de coma induzido, o primeiro jornalão a cair duro pode ser a Gazeta Mercantil. O negócio ainda sobreviveu com doses do dinheiro e da influência do empresário Nelson Tanure.

Tanure gosta de investir em negócios falidos, como o Jornal do Brasil e a Editora Peixes. Pelo jeito também tem gosto pela telefonia celular. Mas, nem ele e nem o antigo dono, Luiz Fernando Levy, mostram a mesma vontade na hora de pagar as dívidas de seus negócios.

A Gazeta se atolou em dívidas que nenhum dos proprietários quer pagar. Débito de rico brasileiro é bicho solto mesmo, nunca tem dono. Se bobear, vira responsabilidade do Ibama ou de algum outro órgão governamental que cuida de espécies abandonadas. O Gabeira que gosta de rico e do Verde bem que podia dar uma força nessa questão.

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30 de maio de 2009, 0:17

Entidades que Compõem a CO (Comissão Organizadora) da Confecom

Já está sendo organizada a Comissão Organizadora deverá aprovar os eixos temáticos e elaborar o documento-referência que norteará os debates, além de formular a proposta de regimento interno da Confecom.

A CO se dividirá em três subcomissões: infraestrutura e logística; metodologia e sistematização; e divulgação.
(do site do Ministério das Comunicações)

Farão parte da comissão, representando o poder público, representantes da Casa Civil da Presidência da República, dos Ministérios das Comunicações, da Ciência e Tecnologia, da Cultura, da Educação e da Justiça; da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República; da Secretaria-Geral da Presidência da República; do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

Da sociedade Civil, farão parte as seguintes entidades: ABCCom – Associação Brasileira de Canais Comunitários; Abepec – Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais; Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão; Abra – Associação Brasileira de Radiodifusores; Abraço – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária; ABranet – Associação Brasileira de Provedores Internet; ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura; .ADJORI BRASIL – Associação dos Jornais e revistas do interior do Brasil; Aner – Associação Nacional de Editores de RevistasANJ – Associação Nacional de Jornais; CUT – Central Única dos Trabalhadores; Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas; Fitert – Federação Interestadual dos Trabalhadores de Empresas de Radiodifusão e Televisão;  FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação; Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social; e Telebrasil – Associação Brasileira de Telecomunicações.

(do site TeleSíntese)(em negrito a sociedade civil empresarial, pelo menos o que pude identificar de primeira olhada, aceita-se correções)

27 de maio de 2009, 23:17

França Aprova sua Versão da Lei Azeredo

Por Eduardo Prado no Conversa de Bar em 21 de Maio de 2009.

Enquanto centenas de internautas se reuniam em S. Paulo para dar um Mega Não ao Projeto de lei 84/99, que criminaliza a troca de arquivos pela internet, na França, país que tem a Liberdade entre seus valores mais fundamentais, o Parlamento aprovava um conjunto de leis anti pirataria com o mesmo propósito. A partir de agora o internauta que for pego baixando arquivos protegidos por direitos autorais ficará proibido de acessar a Internet por um período de até um ano. O Reino Unido parece ir no mesmo caminho.

O problema com legislações desse tipo não é a proteção aos direitos do autor, que é um dos Direitos Humanos aprovados na Carta da ONU de 1948, mas a fiscalização do tráfico de arquivos por terceiros, o que implica na perda de privacidade do usuário. Ao colocar os interesses da indústria a frente do direito à privacidade de milhões de internautas e das enormes possibilidades criadas pela internet, os legisladores abrem espaço para que outras empresas reivindiquem proteção para seus negócios em prejuízo a liberdade na rede. As telefônicas, por exemplo, já pressionam por leis que regulamentem o uso do VoIP. Esse pode ser o início do controle de governos e corporações à Internet.

Por aqui ainda dá tempo de evitar a aprovação do PL 84/99, por isso a união dos internautas em torno da mobilização contra o projeto é mais importante do que nunca.