Enquanto almoçava, hoje, domingo (26/07), 14 h, procurei algo digno de minha ilustre atenção, na TV, e encontrei o programa “Via Justiça”, realizado numa parceria da Assembléia Legislativa de MG e Amagis – Associação Mineira de Magistrados, que ainda será reprisado nesta segunda (27), às 8h30.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse dia 26 em Porto Alegre, no 10 Fórum Internacional Software Livre – fisl10 – que no governo dele é proibido proibir. A frase de Lula foi uma referência ao projeto de lei do senador Eduardo Azeredo, que propõe vigilância na internet. Continue lendo →
Um dia quem sabe poderemos ter isso em nossas rádios, a defesa de teses, a apresentação ao vivo de palestras, como ocorre em radios canadenses e francesas. A cultura ao alcance de todos por termos mídias de interesse social.
CONVITE
O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado em Educação, Cultura e Comunicação convida a comunidade acadêmica da UERJ e o público em geral para assistirem à Defesa Pública de Dissertação da mestranda HELEN PEREIRA FERREIRA.
Título do trabalho: SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA: METAMORFOSE E SINGULARIDADE.
Data: 17 de junho de 2009 às 17:00 horas no estúdio da Rádio Comunitária Kaxinawá (UERJ/FEBF). Ao vivo na rádio Kaxinawá
O amigo @arlesophia levantou uma questão central em seu último post no Arlesophia: os setores conservadores da sociedade brasileira, acostumados ao controle da informação, pretendem com o AI5 Digital do senador Azeredo impor controle as vertentes de informação aberta da rede, que constantemente tem furado o bloqueio da formação de opinião da mídia conservadora.
Até a rede se afirmar como veículo alternativo e realmente aberto, com a premissa básica do confronto de idéias, as TVs, rádios e os jornais, muitos deles dominados por políticos da direita brasileira, principalmente no Norte e Nordeste, estavam (e continuam) com o pretenso discurso da democracia da comunicação via grande imprensa para, com seus metódos de comunicação manipuladora, achatar os movimentos socias, colocando-os quase sempre em posição de embate com a população brasileira, que, se estiver diante dos argumentos de todos, sem filtro, poderá ponderar muito bem se o que diz a Folha ou a Globo é realmente verdade. Continue lendo →
por Marco Aurélio Weissheimer, no blog RS Urgente.
Wladimir Ungaretti, professor de Jornalismo da Fabico/UFRGS, segue sob censura, resultante da ação judicial movida pelo repórter fotográfico Ronaldo Bernardi, do jornal Zero Hora. Ungaretti escreve hoje no blog Ponto de Vista:
“… deslocar-nos quando ele não nos espera.” Sun Tzu
“Realizamos esta postagem de hoje, antecipando em um dia a data anunciada por nós para a retomada das atividades, após uma semana de silêncio. A partir de amanhã manteremos nossa atitude de protesto. Mais uma semana de silêncio. Estamos sujeitos a uma multa de 150 reais diários em decorrência de qualquer comentário ou análise de materiais publicados por Zerolândia. Diante desta ação de força só nos resta esta atitude. A medida, do pontodevista concreto, seleciona o que podemos ou não analisar. Estamos autorizados (!!!??????) a comentar, apenas, as perfumarias. Ou a não comentar tais perfumarias. A medida nos impede do exercício da crítica. Trata-se de um ato de censura. E diante deste estamos imobilizados.
A crise na imprensa continua a mil por hora. Parece que depois de alguns anos de coma induzido, o primeiro jornalão a cair duro pode ser a Gazeta Mercantil. O negócio ainda sobreviveu com doses do dinheiro e da influência do empresário Nelson Tanure.
Tanure gosta de investir em negócios falidos, como o Jornal do Brasil e a Editora Peixes. Pelo jeito também tem gosto pela telefonia celular. Mas, nem ele e nem o antigo dono, Luiz Fernando Levy, mostram a mesma vontade na hora de pagar as dívidas de seus negócios.
A Gazeta se atolou em dívidas que nenhum dos proprietários quer pagar. Débito de rico brasileiro é bicho solto mesmo, nunca tem dono. Se bobear, vira responsabilidade do Ibama ou de algum outro órgão governamental que cuida de espécies abandonadas. O Gabeira que gosta de rico e do Verde bem que podia dar uma força nessa questão.
Já está sendo organizada a Comissão Organizadora deverá aprovar os eixos temáticos e elaborar o documento-referência que norteará os debates, além de formular a proposta de regimento interno da Confecom.
Farão parte da comissão, representando o poder público, representantes da Casa Civil da Presidência da República, dos Ministérios das Comunicações, da Ciência e Tecnologia, da Cultura, da Educação e da Justiça; da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República; da Secretaria-Geral da Presidência da República; do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.
Da sociedade Civil, farão parte as seguintes entidades: ABCCom – Associação Brasileira de Canais Comunitários; Abepec – Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais; Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão; Abra – Associação Brasileira de Radiodifusores; Abraço – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária; ABranet – Associação Brasileira de Provedores Internet; ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura; .ADJORI BRASIL – Associação dos Jornais e revistas do interior do Brasil; Aner – Associação Nacional de Editores de Revistas; ANJ – Associação Nacional de Jornais; CUT – Central Única dos Trabalhadores; Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas; Fitert – Federação Interestadual dos Trabalhadores de Empresas de Radiodifusão e Televisão; FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação; Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social; e Telebrasil – Associação Brasileira de Telecomunicações.
(do site TeleSíntese)(em negrito a sociedade civil empresarial, pelo menos o que pude identificar de primeira olhada, aceita-se correções)
Enquanto centenas de internautas se reuniam em S. Paulo para dar um Mega Não ao Projeto de lei 84/99, que criminaliza a troca de arquivos pela internet, na França, país que tem a Liberdade entre seus valores mais fundamentais, o Parlamento aprovava um conjunto de leis anti pirataria com o mesmo propósito. A partir de agora o internauta que for pego baixando arquivos protegidos por direitos autorais ficará proibido de acessar a Internet por um período de até um ano. O Reino Unido parece ir no mesmo caminho.
O problema com legislações desse tipo não é a proteção aos direitos do autor, que é um dos Direitos Humanos aprovados na Carta da ONU de 1948, mas a fiscalização do tráfico de arquivos por terceiros, o que implica na perda de privacidade do usuário. Ao colocar os interesses da indústria a frente do direito à privacidade de milhões de internautas e das enormes possibilidades criadas pela internet, os legisladores abrem espaço para que outras empresas reivindiquem proteção para seus negócios em prejuízo a liberdade na rede. As telefônicas, por exemplo, já pressionam por leis que regulamentem o uso do VoIP. Esse pode ser o início do controle de governos e corporações à Internet.
Por aqui ainda dá tempo de evitar a aprovação do PL 84/99, por isso a união dos internautas em torno da mobilização contra o projeto é mais importante do que nunca.